Ó ISOLAMENTO! Se eu preciso de ti habitado –

sonetos
 Poema al azar
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Ó ISOLAMENTO! Se eu preciso de ti habitado,
deixe-a não ser dentre deste obscuro montão
confusos lares; – subir comigo no aprumado,
do Mirante Natural – donde debaixo do vale;
de belas encostas – rios de Cristal dilatam,
podem ser vão: deixem tuas vigílias mantenham
meio as folhas Flâmulas; cervo veloz bate
zangãos feras coram Raposa-luva que uiva.
Ah! Fain que eu visito dessas cenas contigo.
mas doce discorrer duma inocente da mente,
os verbos são efígies desta mente refinada;
É minha alma tem o prazer; de que se deverá ser
quase mais alta sorte deste género humano,
quando tua assombra duas almas irmãs fogem.
John keats – Tradução Eric Ponty

Ó ISOLAMENTO! Se eu preciso de ti habitado –

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